sexta-feira, 15 de maio de 2009

Roda da vida
Roda da vida
que gira, envolvida
no movimento do tempo
que não para ...
sempre estando a passar
ciclos...
Como ventos...se vão...
No topo, la do alto...
a vitória
encontrada, suada,
de quem esteve por baixo
e agora
como tudo na vida
está no processo
de purificação envolto no ar.
Quando por baixo...
chorastes ...
derramastes gota a gota
tuas lágrimas de dor
limpa pois teu semblante!
Que esse tempo acabou!
Agora sorri
esquece o que ficou
as feridas da vida
que a roda da vida
quando tu estavas por baixo
tanto te machucou
É hora de viver
e agora perceber
que se disso tiraste aprendizagem
não é mais um casulo
agora és borboleta
que voa para longe
esquecendo de tudo o que ficou.
Agora se ainda és casulo...
sinto muito...
que dor!
Terás que ficar por mais um ciclo assim
Só então vais sofrer a metamorfose
e então alçará teu vôo.
DÉBORAH RUTTNIG

sábado, 9 de maio de 2009

Esse foi o primeiro poeminha que fiz para minha mãe...creio que estava com uns 8 anos de idade...e fiz para o dia das mães. Meu pai comprava o presente e eu fazia o cartão...mas quem guardou por muitos anos esse poema foi minha vó,nossa eterna matriarca! Bom...é infantil...claro ( e cheio de errinhos na época)! Mas foi feito de coração e hoje vou postá-lo, em homenagem as mães que são tão especiais quanto a minha.
Feliz Dia das Mães!!
Mãe,
Não sei viver sem você
Por isso quero te dizer
Que eu amo você.
Déborah Ruttnig

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Noite de Lua Cheia Sorriso que vence a trava do bloqueio Que te faz vir para perto Menino de cabelos encaracolados Palavras se transformam Minutos viram horas Quem és tu que não quero que vá embora? Dificil entender
Acreditar muito menos
Ao olhar o luar tão sereno
É lindo ver teus cabelos a brilhar
E te ver tão calmo a dizer...
É noite de lua cheia...
Ora parece uma criança
Com uma doçura que encanta
Ora alguém a decifrar
Lindo menino dos cabelos encaracolados
Teu cheiro a menina mulher há de buscar
Pode ser que não vença
Nem tão pouco convença
Mas a intensidade não tens como negar
DÉBORAH RUTTNIG